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Dicas - I

10 dicas básicas na hora de fotografar



1- Faça-se a Luz!
Repare na iluminação do ambiente, tente perceber de onde vem a luz e onde ela é mais forte e onde há mais sombras. Também fique atento na fonte de luz do lugar (sol, lâmpada fluorescente, lâmpada incandescente etc). Em toda câmera há um ajuste para cada tipo de luz (white Balance), se ajustarmos errado a foto podera sair mais avermelhada ou mais azulada. Deixar no Auto geralmente resolve o caso, mas talvez tenhamos que ajustar.
2- Tudo em Quadro!
Sempre que olhamos pelo visor das câmeras vemos exatamente o que aparecerá na foto, então é uma boa idéia checar bem o que aparece em quadro, pra termos certeza que não cortaremos nenhuma cabeça, nenhum pé, e também para avaliarmos se todos os elementos em quadro estão em equilibrio (em uma foto mais artística).
3- Tripé ou na Mão!
Dependendo da cena que fotografamos, teremos que avaliar se dá para fotografar com a câmera na mão ou se é necessário fazer uso de um Tripé para estabilizar a câmera ou atingir mais fácilmente certos ângulos. Exemplo: Festa a noite, você tem uma câmera compacta que ajusta automaticamente a abertura e velocidade. É melhor ter um tripé para garantir as boas fotos. Outro exemplo: Você está fotografando objetos em cima de algum lugar ou fazendo fotos estilo “Book” (modelos). o Tripé pode te ajudar bastante, pois você pode travar a câmera em um ângulo, altura e enquadramento.
4- Se não há Luz, há Flash!
O flash pode resolver alguns problemas, mas também pode causar muitos outros. A escolha de usar ou não o flash só pode vir do fotógrafo. Onde o flash ajuda: festas; onde há pouca luz, nenhum tripé ou sem controle do ISO; para congelar certas imagens (se estiver muito escuro a única luz que entrará na câmera é a do flash. Onde o flash atrapalha: torna díficil tiriar fotos rápidas em sequência; pode causar olhos vermelhos; pode causar brilhos inesperados em certos objetos, estragando a imagem; pode causar superexposição; a longas distâncias não faz a menor diferença, pois o flash tem um limite de distância que ele ilumina.
5 – Olho no Olho!
Para uma fotografia básica de retratos é legal sempre posicionar a câmera na altura dos olhos da pessoa a ser fotografada, pois assim, quando olharmos para a foto parecerá que estamos olhando para a pessoa, a imagem ficará mais bonita e mais agradável.
6- Você é Livre!
Se encontrar uma boa cena para fotografar, não se contenha. Fotografe-a! Não deixe para lá só porque alguem entrou na sua frente, peça licença. Não tenha vergonha, agache-se, suba em bancos, procure o melhor ângulo para sua foto. A pior coisa para um fotógrafo é o arrependimento por não ter feito um clique que gostaria de fazer!
7- Na Frente e no Fundo!
Antes de bater a foto, repare nos objetos em quadro. Perceba o que está em primeiro plano e o que está em segudo plano. A profundidade é essencial e os elementos que a compõem são importantíssimos. Veja se tudo está em harmonia e equilibrio.
8- Tanto na Vertical quanto na Horizontal!
Certas cenas pedem a câmera na vertical, repare nas linhas da cena que irá fotografar. Exemplo: ao fotografar um caminho entre várias árvores, as árvores são linhas verticais predominantes na cena, então é boa idéia experimentar fazer essa foto na vertical. Outro exemplo: Fotografar o mar de um lugar alto, pegando o horizonte. As linhas do mar, do horizonte e das nuvens são horizontais, portanto essa foto ficará mais interessante na horizontal. Claro que nada impede o fotógrafo de inclinar a câmera ou procurar deiferentes posições, lembre-se da dica 6 “Você é Livre!”
9- P&B!
Fotos coloridas, muitas vezes, passam beleza, alegria, vida. Mas experimente tirar fotos em Preto e Branco. Qualquer câmera hoje em dia tem a opção de tirar fotos em preto e branco, descubra onde fica esse recurso na sua. As fotos em P&B (ou B&W, Black and White) tem peso e carga dramática muito grandes. Podem, literalmente, transformar sua imagem.
10- Teste e Estude!
Sair tirando fotos de qualquer coisa é um erro, não ajuda em nada e só torna o fotógrafo preguiçoso. Mas aproveite a facilidade das câmeras digitais de tirar e apagar fotos para fazer testes, pense nas dicas , escolha uma boa cena e tire diversas fotos dela, faça testes. Não clique por clicar, mas clique conscientemente pensando no resultado final. E pequenas coisas podem ser arrumadas com softwares de tratamento de imagens, eu recomendo o Gimp que é gratuito, leve e resolve a maioria dos problemas.

Câmeras compactas

Como escolher uma câmera compacta?



Câmeras compactas são aquelas que vemos a todos os momentos, são pequenas, leves, basta apertar o botão para bater a foto e o preço fica entre R$300,00 e R$1.200,00 geralmente. Elas são para quem:
-Quer uma camera fácil de carregar e usar.
-Não dispõe de muito dinheiro para investir em fotografia
-Quer boas fotos sem muitos ajustes.
-Não sabe sobre velocidade e abertura do diafragma, exposição.
-Quer uma câmera prática para o dia-a-dia.
O que devemos prestar atenção na hora de escolher nossa compacta:
1- Mais megapixels não significa câmera melhor. Só significa que as fotos ficam maiores, mais pesadas e necessitam de mais espaço para armazenar. Se você não pretende imprimir/revelar fotos ou se for faze-lo não passará de 20×30 uma de 10 Megapixels está mais do que ótimo.
2- As lentes trazem muita informação. Ao olhar para as lentes há diversos números, uns se parecem com 1:2.8 – 3.7que indicam luminosidade da lente (quanto menor melhor). E outros se parecem com 28mm ou 42 – 84mm que indicam a distância focal, ou seja, o ângulo de visão da lente. O olho humano tem uma distância focal de 50mm, o que estáabaixo disso é chamado de Grande Angular (próprios para paisagem) e as que distâncias focais acima de 50mm são chamadas de Teleobjetivas (próprias para detalhes). Então de acordo com suas preferências escolha a distância focal que mais lhe agradar.
3- Recusros que valem muito. Há alguns recuros que merecem nossa atenção, como fotografar em cores, Preto e Branco ou Sépia. Controle de cores e iluminação que diferenciem luz solar de lâmpada fluerescente e de lâmpada incandescente para não distorcer a cor (fotos amaleradas ou azuladas). Opção de fotografia em Macro, ou seja, focar objetos a 40 ou mesmo 25cm de distância (recurso muito interessante). Recurso que diferencie foto em velocidade, paisagem, retrato etc.
4- ISO. ISO é a sensibilidade do sensor à luz, ou seja, quanto maior o ISO menos luz é necessária para a foto, porém com um ISO muito grande (3200, 1600) pode haver granulação e perca de qualidade na foto. Uma camera que te permita controlar o ISO é uma boa opção (juntamente com as dicas acima).
5- Recursos extras que contam pontos. A batalha da industria de cameras digitais faz com que alguns modelos apresentem alguns extras bem interessantes, como cameras a prova de água (algumas chegam a resistir até 10m de profundidade), resistentes a quedas, poeira, choques mecanicos etc. Cheque também se a camera possui Mega OIS (também pode vir com o nome de Shake Reduction, IS, Anti-Shake etc) que é o recurso que evita as fotos de sairem tremidas ou borradas.
6- Zoom óptico X Zoom Digital. Esqueça o Zoom Digital, finja que ele nem existe. O único que conta é o Zoom óptico que é o zoom da lente, o zoom digital é um zoom que distorce a foto e estraga a imagem.
7- Alguns cartões de memória só servem para uma câmera. Por isso procure câmeras que usam cartões de memórias mais fáceis de encontrar e de intercâmbiar entre outras cameras. Por exemplo, o Micro-SD é muito bom, pois pode-se adapta-lo para mini-SD ou SD com adaptadores fáceis de encontrar e baratos, e servem para vários dispositivos como filmadoras, celulares, outras câmeras etc. MemoryStick é outra opção, menos usual que o SD mas ainda assim muito usual.
8- Baterias podem causar muitas dores de cabeça. Se você viajar muito, prefira câmeras com pilhas, pois assim você poderá ter algumas recarregaveis e algumas normais para caso esteja em algum lugar sem eletricidade. Se não for o caso, uma câmera com bateria interna recarregável por usb é uma ótima opção também, pois assim poderá recarregá-la no próprio computador ou por qualquer cabo USB comum.
9- Peso X Altura X Largura. Cheque também o peso da camera, as dimensões, mas cuidado, cameras finas demais podem não ter nenhum recurso, fique atento.
É mais ou menos isso, com essas dicas é possível escolher uma boa câmera que se adapte ao seu modo de viver e fotografar.

O que é ISO?


Em fotografia analógica, ISO (ou ASA) é a indicação do quão sensível é o filme para a luz, sendo representado por números (100, 200, 400, 800...). Quanto menor o número, menor a sensibilidade do filme para a luz, e menos granulada sua imagem será.
Em fotografia digital, o ISO mede a sensibilidade do sensor, e o mesmo princípio aplicado à fotografia analógica é aplicado na fotografia digital. Altos valores de ISO são geralmente usados em situações de pouquíssima luz, para se usar tempos de exposição menores, e assim, não obter fotos borradas ou tremidas. Mas o custo será a obtenção de fotos com mais ruído.

Observe as duas imagens a seguir:





A primeira foto foi tirada usando um ISO 100, enquanto a segundo foi tirada com um ISO 3200. Comparando-as, é possível ver que as fotos tiradas com valores de ISO baixos são muito mais limpas e suaves. O ISO 100 geralmente é aceito como 'normal', e irá lhe proporcionar fotos com baixas taxas de ruído.

Ao selecionar um ISO específico, isto terá impactos na abertura e na velocidade do obsturador necessários para se ter fotos bem expostas. Por exemplo, se você mudar seu ISO de 100 para 400, você notará que velocidades mais altas poderão ser usadas e/ou aberturas menores. Se estiver em dúvida, e não sabe qual ISO usar, faça para si mesmo as seguintes perguntas que poderão te ajudar:

- Estou segurando a câmera ou usando um tripé? - Ao utilizar o tripé, você terá mais estabilidade, então poderá usar tempos de exposição inferiores, permitindo baixar o ISO.
- O assunto está em movimento? - Se o seu assunto está parado, e a máquina está apoiada em um tripé, poderão ser usandos baixos valores de ISO.
- Preciso de profundidade de campo? - Caso você não precise de grandes profundidades de campo, você poderá aumentar a abertura do diafragma, permitindo valores de ISO baixos.
- Em qual tamanho usarei a foto? - Caso você não vá utilizar a foto em grandes tamanhos, como em grandes impressões, você poderá usar valores de ISO mais altos, pois o ruído provocado pode não ser perceptível em pequenos tamanhos.
Note que isto se aplica somente aos casos em que os modos manual ou semi-automáticos estiverem sendo usados. Quando o modo automático é selecionado, a câmera irá selecionar o menor valor de ISO possível para você. Experimente diferentes configurações e compare os resultados obtidos, pois eles podem variar muito em diferentes modelos de câmeras. Em geral, as câmeras compactas geram muito mais ruído que as profissonais, principalmente devido às suas dimensões reduzidas. Como seus sensores são pequenos, cada pixel capta menos luz, gerando imagens mais granuladas.
O ISO é um aspecto muito importante na fotografia, e é necessário que você o conheça para ter maior controle sobre sua câmera e sobre a qualidade de suas fotos. 

Fotografia - I

O que é ISO?



Antigamente, antes do advento das populares máquinas digitais, todas as máquinas fotográficas trabalhavam com um filme fotográfico que tinha um certo número de poses (fotos a serem tiradas), 12,24,36 etc e uma ASA ou ISO. Você colocava esse filme na máquina, e batia todas as poses, o filme rebobinava, você tirava ele da máquina e levava para uma reveladora. Essa última parte continua mais ou menos igual, só que em vez de leval o filme nós levamos um pendrive, um cartão de memória, um CD e por aí vai.
Quando se comprava um filme e colocava-o na máquina, era necessário gasta-lo, bater todas as fotos antes de tira-lo de lá, senão perdia-se o rolo todo. Então quando colocavamos um filme de 24 poses e ASA 100 era necessário tirar as 24 fotos e todas sairiam com ASA 100. Mas o que é ASA 100?
ASA, agora chamado de ISO (International Standard Organization) é a sensibilidade do filme à luz, ou seja, quanto maior o ISO menos luz era necessária para escurecer os sais de haleto de prata, componente responsável por fixar a luz no filme nos dando uma foto. Hoje em dia o processo final mudou, mas a finalidade é a mesma. Nas máquinas digitais obviamente não existe mais filme (e sim um sensor que capta a luz), portanto não existe mais sal de haleato de prata. Entretanto, o papel do ISO continua o mesmo, tornar o sensor mais sensível a luz, portanto quanto maior o ISO menos luz é necessária e o contrario também é verdadeiro.
Mas há muito mais no ISO. Quanto maior o ISO, menor a nitidez. Aumentar o ISO aumenta a sensibilidade, mas também ocorre perda de resolução e nitidez.
Com um ISO 100 temos bastante nitidez, mas é necessário um dia ensolarado ou diafragma aberto e longo tempo de exposição. Um ISO alto como 800, 1600 ou até mesmo 3200, nos dá maior liberdade na hora de mexer com o diafragma e o obturador. Nos permite fazer fotos com curto tempo de exposição (1/800) e boa Distância Focal (f18). Nessas condições com um ISO 200 a foto provavelmente sairia escura, mas em um ISO 3200 ela sai com uma boa claridade, porém, como ja mencionado, com perda de resolução.
O ISO ideal para o dia-a-dia é o 200 ou até um 400. Para dias ensolarados, praias etc, um ISO 100 é mais recomendado. Para fotos internas onde não queremos usar o flash, recomenda-se um ISO 800. Para shows, teatro ou lugares escuros onde o flash é proibido ou inútil devido a distância (palcos etc), podemos usar um 1600 ou 3200, há cameras que chegam até 6400. No caso de shows, as vezes a perda de nitidez (ou granulação) é um fator irrelevante.
Por hoje é só, no próximo post daremos sequência as dicas de fotografia falando dos diferentes formatos  de arquivo que as câmeras gravam (jpg, raw, hibridos, tiff…).

Até mais!

Lidar com clientes....

                                                               




Com certeza é uma batalha dura enfrentada por todos fotógrafos, principalmente quem está começando como eu.
Somos explorados até mesmo inconscientemente pelas pessoas. Muitos dizem que após a fotografia digital, ficou muito mais fácil de conseguir fotos e todo mundo hoje tem aquele “sobrinho que pode fazer as fotos de um Mega evento” ao invés de você, fotógrafo profissional. Fotógrafos que estão a mais tempo na área geralmente entram em conflito com os que estão começando e cobram preços muito baixos, mas isso não vem ao caso. 
A realidade é que as pessoas tendem a subestimar o trabalho dos Fotógrafos. 
“Queria que você fizesse umas fotinhas do meu evento, nada demais, só para recordação…”
Com quem está começando é pior ainda. As pessoas se sentem no direito de não pagar, ou acham que apenas os créditos são suficientes. ( Na verdade crédito não é pagamento, ele é garantido por lei, então é uma obrigação.)
Já recebi ofertas desse tipo. Também já me perguntaram quanto eu cobrava e quando falei o preço ( que também não era alto, era muito abaixo do preço de profissionais ), falaram que não poderiam pagar tudo isso.

Introdução a fotografia

Ola,

Irei colocar essa semana no blog posts focado mas em fotografia, explicando em geral sobre câmeras, quais equipamentos usar no inicio, explicar os conceitos básicos sobre fotografia. O conteúdo é para quem esta começando e não tem base nenhuma, ou para quem apenas quer revisar conceitos básicos.




Photoshop CS6

Então galera depois de muito tempo no Photoshop CS2 e CS3 mudei de vez para a versão final CS6.
Ai vai algumas dicas que tirei do site TecMundo:



Photoshop CS6: conheça as principais novidades


Confira vídeos das funcionalidades estreantes e saiba como a nova versão do famoso editor pode ajudá-lo.

Interface renovada, motores avançados e ferramentas intuitivas


Basta dar uma olhada para perceber que a diferença mais gritante do Photoshop CS6 está no visual. A Adobe adotou novos ícones, caixas de diálogo simplificadas, realocou algumas funcionalidades e deixou a interface mais sombria. Não precisa se assustar, pois as principais áreas e ferramentas não foram modificadas.
Cansado dos travamentos do Photoshop? Bem, talvez a Adobe não tenha feito um programa perfeito, mas, ao menos, a nova versão tem um sistema de backup que recupera os arquivos quando um erro acontece. Outro diferencial do novo editor é a aceleração através da placa gráfica. As versões anteriores do Photoshop já traziam funcionalidades semelhantes, porém, no Photoshop CS6, motores gráficos específicos exploram de maneira avançada as GPUs.
O que isso significa? Basicamente, todos os efeitos são aplicados em tempo real, ou seja, você não precisa esperar até que o processador efetue os cálculos do Liquify — ou até que o programa trave. A Adobe não especificou quais modelos apresentam melhor desempenho com o software, contudo, o mais provável é que placas offboard sejam mais eficientes.
Se você é uma pessoa que já tem o hábito de explorar os recursos tridimensionais, então, pode ser que uma atualização para a nova versão seja interessante. O Photoshop CS6 traz sombras e reflexos manipuláveis e de fácil uso que são compatíveis com objetos tridimensionais. Na versão Extended, as funções tridimensionais são ainda mais completas.
Fique tranquilo, o Photoshop CS6 não quer tomar o lugar do CorelDRAW ou do Illustrator. Todavia, a nova versão do editor vem pronta para trabalhar de maneira facilitada com vetores. A interação entre objetos e camadas ficou mais nítida. O aprimoramento de formato dos objetos também é um diferencial do novo softwarem. Aqui, não há segredos, basta abrir a ferramenta e você verá as mudanças nos menus superiores e na janela de camadas.

Novas tecnologias Content-Aware

Adobe Photoshop CS5 inovou ao apresentar a “Content-Aware Fill Tool”. Basicamente, essa ferramenta serve para preencher, de forma inteligente, determinada área que foi apagada da imagem. O diferencial dela está no enxerto baseado no conteúdo disponível nos arredores da parte que foi excluída.
Agora, a nova versão do aplicativo traz duas ferramentas para integrar a família da tecnologia Content Aware. A primeira delas é a “Content-Aware Patch Tool” que funciona como um carimbo inteligente. O Photoshop já tem algumas funcionalidades semelhantes, porém, a estreante permite selecionar grandes regiões e substituir o conteúdo por texturas que estejam afastadas.
A segunda novidade é a “Content-Aware Move Tool”. Essa ferramenta serve para recortar determinada parte da imagem e colar em outra, mas, claro, de forma inteligente. Tudo o que você precisa fazer é selecionar determinada região, escolher a ferramenta e então arrastar a seleção para outro local. O Photoshop CS6 vai colar a área no lugar de destino e reparar as texturas nas duas regiões, de forma que tudo pareça estar no lugar.

Vídeos no Photoshop

O tão sonhado recurso para edição de vídeos chega ao Photoshop na versão CS6. Basicamente, o software vem configurado para trabalhar com filmes da mesma maneira que tem suporte para manipulação de imagens. Você pode brincar com a edição de vídeos abrindo um arquivo através do menu "File" ou arrastando um clipe para o espaço de trabalho do aplicativo.
Ao adicionar um vídeo em seu projeto, o Photoshop CS6 automaticamente exibirá a linha do tempo na parte inferior da tela. Você pode inserir múltiplas faixas de áudio, adicionar diversos clipes e controlar as principais funções nesta área. O programa oferece recursos simplificados, de modo que você pode modificar o filme apenas arrastando determinadas partes das faixas.
O Photoshop CS6 ainda traz alguns efeitos de transição para você ligar diferentes partes de um vídeo ou para efetuar a mudança entre uma faixa de áudio e outra. Na hora de exportar, você pode selecionar um dos perfis pré-programados que permitem salvar o resultado com facilidade para o YouTube, Vimeo ou para seu gadget favorito.

Galeria com efeitos de desfoque

É claro que o Photoshop CS6 não traz apenas novas funcionalidades “cruas”. O programa se consagrou por oferecer inúmeros filtros e efeitos, assim, um dos grandes destaques da nova versão é a presença de novos efeitos de desfoque (Blur).
O primeiro deles é o Iris Blur, um filtro que simula o efeito produzido pelas lentes de câmera que deixam determinados objetos em foco e outros em desfoque. Com o Iris Blur, você pode selecionar uma região que deve apresentar nitidez, regular o formato da área embaçada e testar diferentes níveis do efeito.
Outro filtro estreante é o Tilt-Shift, o qual permite aplicar o desfoque a partir de uma linha estabelecida por você. Assim como o Iris Blur, essa funcionalidade tem aplicação imediata, ou seja, você pode regular a intensidade do efeito e visualizar o resultado na hora. Tudo isso é possível graças à Mercury Graphics Engine, um motor de aceleramento que usa a GPU para processar os efeitos em tempo real.

Ferramenta de recorte remodelada

A Crop Tool (Ferramenta de Recorte) teve sua funcionalidade alterada. Antes, você deveria escolher a parte que gostaria de recortar. No Photoshop CS6, toda a imagem é selecionada e você deve ajustar o recorte apenas para a parte que deseja deixar visível como resultado final.
Alguns estilos de divisão possibilitam visualizar o espaço selecionado de forma diferente. Por exemplo: você pode selecionar a visualização com a regra dos terços, assim, a fotografia fica dividida em pequenos retângulos.
Além dessas funcionalidades, a nova Crop Tool oferece a possibilidade de você desfazer o recorte sem o uso do “Ctrl + Z”. O Photoshop CS6 não apaga a imagem principal, portanto, você pode desfazer a ação e alterar a área que deve ser cortada.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/photoshop/22621-photoshop-cs6-conheca-as-principais-novidades.htm#ixzz1yaO5ukLY

Configurações FinePix S2950





O modo A é o modo de prioridade de abertura de diafragma, você controlará apenas a abertura e a câmera escolherá o tempo de exposição para que a cena fique com medição de luz no meio.

O modo S é o de prioridade de tempo de exposição, nele você regula o tempo de exposição e a câmera compensa na abertura.

O modo P é um modo automático de controle da exposição onde você pode ainda controlara a sensibilidade da luz (ISO).

O modo M, é completamente manual, nele você realizará a medição da luz controlando a abertura e o tempo.

Você quer fotografar ônibus em movimento, tem duas coisas que você pode fazer:
1) Congelar o movimento do ônibus na rua. Nesse caso você deve usar um tempo de exposição pequeno o suficiente para que a velocidade do ônibus não deixe a imagem borrada.

2) Fazer um panning, deixar o ônibus nítido e a paisagem borrada. Nesse caso você deve usar um tempo de exposição maior, mas acompanhar o movimento do ônibus, lembrando de continuar acompanhando o movimento mesmo enquanto aciona o botão disparador.

Fujifilm FinePix S2950




Máquina digital Fujifilm FinePix S2950 - Foto editada pelo Câmera versus Câmera Máquina digital Fujifilm FinePix S2950 - Foto editada pelo Câmera versus Câmera

Avaliação - Prós x Contras
B. C. Deiró (5 de junho de 2011)
A Fujifilm FinePix S2950 é praticamente igual à Fujifilm FinePix S2800HD e basta você ler o Review Express de uma delas para ficar por dentro de tudo que as duas têm. Câmeras de superzoom, são equipadas tanto com recursos avançados para quem deseja exercer os controles manuais da exposição, quanto comandos automáticos para os usuários que preferem deixar os ajustes por conta da câmera.
A única diferença significativa entre essas câmeras é que a Fujifilm S2950 possui funções para facilitar o compartilhamento das fotos. Outro detalhe: a Fujifilm S2800HD vem com alguns megapixels de espaço disponível para você testar a câmera assim que a tira do pacote, enquanto a Fuji S2950 é desprovida de memória interna.
Prós
  • Preço abaixo do valor de mercado para câmeras bridge
  • Sensor de 14 MP, possibilita fotos de até 28 x 38 com qualidade profissional de impressão
  • Lente de zoom óptico 18x e ângulo largo (28 mm) favorece todo tipo de composição
  • Grande monitor LCD de 3 polegadas e de boa qualidade (230.000 pontos)
  • Estreita aproximação do objeto na macrofotografia: 2 cm
  • Flash pop-up alcança 8 m segundo a Fuji, o que possibilita a cobertura de eventos noturnos
  • Grava vídeos HD; o zoom óptico deve ser aplicado antes da filmagem para evitar ruído sonoro. Limite de 2 GB por clipe (aprox. 8 min. nos HD), aceitável em câmeras de seu preço
  • A Fuji S2950 detecta faces, sorrisos, piscadas; reconhece e se adapta a diferentes tipos de cena, cria panorâmicas e seu sistema de foco segue objetos em movimento
  • Saída HDMI possibilita conexão com HDTV por meio de cabo (não incluso, como é o padrão)
  • Recursos que facilitam a seleção das fotos e seu envio para o YouTube ou Facebook
  • Destaques nesta faixa de preço, mas comuns em câmeras avançadas: estabilizador óptico, visorEVF, controle total da exposição, modos de prioridades da abertura e da velocidade, etc.
  • Tira aproximadamente 500 fotos por carga de baterias NiMH, segundo a Fujifilm
Contras
  • Não tira fotos menores de 3 MP nos formatos 4:3 e 3:2, nem menores de 2 MP no formato 16:9
  • Sem memória interna: lembre-se de comprar cartão ou não terá nem como testar a câmera
  • Recursos desejáveis em câmeras avançadas, ausentes na Fuji S2950 mas raros nesta faixa de preço: foco manual, sapata para flash externo, ajuste de dioptrias, produção de arquivos RAW

Separamos as pérolas do Photoshop que incrementam e facilitam seu trabalho.


Confira 10 truques infalíveis para facilitar seu trabalho no Photoshop




Confira 10 truques infalíveis para facilitar seu trabalho no Photoshop part. 2




 




































Pintura esfumada

O Photoshop é o programa perfeito para aqueles que sonham se tornar pintores, mas são, digamos, um tanto prejudicados no quesito dos talentos artísticos. Mas com uma foto, a ferramenta Smudge e um método para mover o cursor, é possível criar uma pintura. Ela é particularmente bacana porque permite ver os resultados na hora. Como um esfuminho de verdade, a ferramenta “borra” os pixels e cria um efeito suave de pintura. Você pode combiná-la com qualquer pincel para tirar vantagem dos efeitos de mídia real. É melhor usá-la em imagens que possuam áreas definidas. Se você escolher uma foto cheia de detalhezinhos, terá de trabalhar mais com os pincéis para manter a definição. A ferramenta Smudge fica na barra de ferramentas; crie uma nova camada, marque Sample All Layers na barra de opções e saia pintando!

Posicione o flare da lente


Em vez de sofrer
com a minúscula janela de visualização, experimente isto. Adicione uma nova camada preenchida com preto, aplique o Lens Flare nessa camada e altere a mesclagem para Screen. A área preta desaparecerá e você ainda terá um reflexo de lente móvel em sua própria camada.

Nuvens fractais


O filtro Clouds é o mais próximo que o Photoshop possui para criar um padrão fractal aleatório, pois ele nunca repetirá sua aparência. Se você preencher uma seleção quadrada com o tamanho correspondente a uma potência de dois (128, 256, 1.024, 2.048) o Photoshop gerará um padrão que poderá ser repetido sem emendas.

Máscaras filtradas


O Photoshop vê as máscaras de camada simplesmente como arquivos em escala de cinza. Isso significa que é possível usar as ferramentas de pintura e ajustes em qualquer máscara. Os filtros do Photoshop são particularmente úteis em máscaras de camada para criar interessantes efeitos de moldura. 

Desbloqueie o fundo


Para desbloquear a camada de fundo clique nela duas vezes e escolha um nome.


Nada escapa ao mixer Brush


O Mixer Brush do CS5 é um exemplo impressionante de tecnologia de pintura, facilitando ainda mais a transformação de uma foto em uma obra de arte. Para um truque ainda mais impressionante, comece com uma camada de foto em um fundo vazio e reduza a opacidade a 5%. Você mal poderá ver a foto, mas o Mixer Brush sim! Adicione uma nova camada acima da foto, escolha uma predefinição Wet no Mixer Brush e marque a opção Sample All Layers. Comece a pintar e veja como o Mixer Brush escolhe detalhes da camada invisível que está por baixo.




 

Composição de sombras

Se você estiver tentando colocar um objeto sobre um novo fundo mas não consegue fazer com que a sombra original apareça corretamente, experimente esta dica. Faça uma cópia da camada do objeto e posicione-a abaixo da original. Ajuste o modo de mesclagem da cópia para Multiply para que as áreas escuras se mesclem bem com o novo fundo. Vá à camada original e mascare a sombra para ocultá-la. Esta técnica ajuda também no caso de contornos complicados – deixe que a camada Multiply cuide da borda enquanto a Normal faz o resto do trabalho.


Confira 10 truques infalíveis para facilitar seu trabalho no Photoshop



Publicado
 originalmente na edição número 39 da revista Photoshop Creative.


Já usamos o Photoshop há muitos anos e conhecemos pessoas que usam há mais tempo ainda, e mesmo com toda a experiência acumulada, nós sabemos que sempre temos muita coisa a aprender.

Não queremos que isso soe derrotista, mas quando você pensa ter o conhecimento supremo de uma técnica ou ferramenta, vem um engraçadinho e mostra um método melhor, em que você nem sequer tinha pensado.

Mas em vez de sentir-se mal por isso, que tal aproveitar um pouco dos milhares desses truquesque existem por aí? Para você não sair a esmo, reunimos 10 deles bem aqui! Pode ser fácil, como um atalho de teclado ou até uma edição mais complexa. Pode ser que você já conheça algumas delas, mas acreditamos que algumas de nossas pérolas vão cair como uma luva para a maioria de nossos leitores.

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Mescle camadas

  Existem certas funções e processos no Photoshop que só podem ser realizados em uma camada achatada. Porém, o achatamento de um projeto acaba com qualquer possibilidade de voltar atrás e fazer alterações em uma camada individual. Ele é um ponto sem volta e deixa qualquer artista pouco à vontade. A melhor maneira de contornar isso é criar uma composição com todas as camadas visíveis do documento. Essa camada mesclada pode, então, receber as operações normalmente reservadas a uma camada achatada, tudo isso sem destruir as preciosas camadas abaixo. Esse recurso é tão valioso que é mais do que surpreendente que não exista um item formal no menu para ele! Vá à camada do topo e segure Ctrl/Cmd + Alt/Opt + Shift + E. A camada mesclada também pode ser gerada segurando a tecla Alt/Opt e escolhendo Layer > Merge Visible.


 





































HDR Leve

Use o ajuste Shadow/Highlight para criar um efeito do tipo HDR. Marque a caixa Show More Options na caixa de diálogo pra expandi-la. Use os controles de Shadow para criar mais detalhes nas áreas escuras e ajustar os tons de pele. Os controles de Highlight ajudam a deixar céus lavados mais coloridos, ao passo que o deslizante Radius controla a espessura dos halos ao redor dos contornos.
 

























A magia do Refine Edge

Ao criar uma seleção com a ferramenta Quick Selection, procure pelo botão Refine Edge na barra de opções. Pressione-o para abrir a caixa de diálogo. Na área Edge Detection, o deslizante Radius define a que distância da borda da seleção o Photoshop tentará encontrar uma área limite. À esquerda dele há um pincelzinho, que é a ferramenta Refine Radius. Use-a para pintar ativamente as áreas da imagem a serem levadas em consideração na avaliação das bordas.


Dicas para Photoshop

part. 4 Aprenda a deixar seu software mais veloz e eficiente


Mellhore o desempenho do hardware

Como otimizar seu sistema para aproveitar ao máximo o Photoshop



01 Mais potência

Uma das maiores coisas que se pode fazer paraacelerar o Photoshop é rodá-lo em um sistema de 64 bits. Ele permite que a arquitetura do sistema utilize mais RAM e processe mais rapidamente uma grande quantidade de dados de imagem. O hardware e o software devem ser compatíveis. Entre os sistemas operacionais com versões de 64 bits estão o Windows 7 e o Mac OS X.





02 Mais RAM

A RAM é a quantidade de memória que seu sistema pode usar para processar dados temporários. Isso não leva em conta osarquivos salvos, mas coisas como os dados da imagem e passos guardados no histórico. Em geral, quanto mais RAM tem seu sistema, melhor o desempenho do Photoshop. O CS5 exige 2 GB de RAM, mas sugere 4 GB ou mais. Tenha em mente que para usar mais de 4 GB de RAM é preciso ter um sistema operacional de 64 bits.


Dica Depende de seu trabalho
As dicas dadas aqui são bons conselhos gerais para melhorar o desempenho do Photoshop em seu sistema. É preciso usar de estratégia para saber quais medidas podem ser mais benéficas para você, dependendo do trabalho. Os usuários do programa que precisam lidar com imagens grandes, em alta resolução, verão mais resultados se aumentarem a RAM de seu sistema. Os artistas que trabalham com pintura digital ou designers que usam 3D terão um desempenho melhor com uma placa de vídeo que tenha uma VRAM maior.
  

03 Alocação de RAM

Após instalar RAM adicional, é preciso alocá-la para o uso do Photoshop. Trata-se de um ato de equilíbrio, pois o sistema operacional e outros programas também precisam de RAM. Vá a Edit > Preferences > Performance para atribuir a RAM alocada. O sistema sugere uma faixa ideal para a máxima eficácia.



04 Disco livre

Seu sistema operacional e o Photoshop precisam de espaço livre em disco para operar sem tropeços. Os requisitos do Photoshop CS5 são de pelo menos 2 GB de espaço livre; a maioria dos sistemas operacionais precisa de 20 GB. Mas esses são requisitos mínimos, e quanto mais espaço livre houver disponível, menos pressão haverá sobre o programa.









05 Placa de vídeo

O alto nível de trabalho gráfico que é o padrão de mercadohoje em dia exige placas de vídeo que já tenham sua própria memória, conhecida como VRAM. O Photoshop aproveita essa memória adicional para melhorar o desempenho e acessar recursos especiais da GPU. Para isso, é preciso ter no mínimo 256 MB de VRAM, ou 512 MB para trabalho com 3D.


06 Drives RAID

Seu disco rígido realiza três tarefas principais: abrigar e rodar os arquivos de programas, armazenar seus projetos e arquivos de imagens e oferecer uma área temporária para memória virtual ou discos de trabalho (scratch disks). Um arranjo ideal para um desempenho ótimo teria um drive RAID interno dedicado a cada uma dessas funções. Se isso for impraticável, crie um disco RAID separado para os discos de trabalho do Photoshop.


07 Scratch disks

Quando o Photoshop atinge o fim da RAM alocada e ainda precisa de espaço na memória, ele recorre à memória virtual ou discos de trabalho (scratch disks). Eles são um espaço no disco rígido alocado para arquivos de trabalho temporários. Nas preferências de Performance, atribua o drive que tiver mais espaço livre e, idealmente, não esteja sendo usado como memória temporária do sistema.


 

part. 3 Aprenda a deixar seu software mais veloz e eficiente


Reforce seu sistema para o Photoshop


Afine as configurações de otimização incluídas no programa


01 Aceleração da GPU

Se a sua placa de vídeo for suportada pelo Photoshop, ela aparecerá na área GPU Settings das preferências de Performance. Marque Enable OpenGL Drawing para deixar que a placa de vídeo assuma parte do peso do processamento e habilitar os recursos OpenGL.










02 Cache Levels e Tile Size

Na seção History e Cache existem três botões que ajudam a otimizar a performance de redesenho. Se você usa comumente arquivos de pequena resolução com diversas camadas de edição, utilize o botão Tall and Thin. Se costuma trabalhar com arquivos de resolução alta e poucas camadas, prefira o ajuste Big and Flat. Senão, permaneça com a opção Default.






03 Pincéis e padrões

As bibliotecas e predefinições extras carregadas no Photoshop exigem muito mais RAM para que o programa funcione apropriadamente. Se você procura modos de liberar mais memória para seus arquivos de trabalho, exclua esses pincéis e também os padrões até que precise deles, momento em que pode incluí-los novamente.





04 Reduza o histórico

Por padrão, o Photoshop relembra os últimos 20 passos aplicados em seu documento. Esses são os estados do histórico e constituem, essencialmente, as últimas 20 versões de seu arquivo guardadas na memória. Caso sua máquina esteja muito lenta durante a edição, reduza o número de estados do histórico para liberar alguns recursos.

05 Visualizações de fonte

Esta dica ajuda a espremer mais algumas gotas de memória de seu sistema, que podem fazer toda a diferença em seu trabalho. Desative a exibição de miniaturas nas opções da paleta Layers e o Font Preview nas preferências de Type Options.






06 Eficiência do monitor

Na base da interface há uma barra de status com um menu pop-up. Selecione Efficiency para ver um monitor em tempo real da eficiência do desempenho do Photoshop. Uma leitura de 100% significa que as ações atuais são inteiramente realizadas na RAM. Se esse número consistentemente cai para abaixo de 95%, pense em fazer alterações em seu sistema.



Libere espaço na memória em alguns passos simples

Esta pequena coleção de dicas não é específica ao Photoshop, mas traz bons conselhos gerais para aprimorar o desempenho de qualquer programa que faça uso intensivo da memória.

Mantenha seu disco rígido limpo e desfragmentado e feche seus arquivos. Quanto mais documentos você tiver abertos ao mesmo tempo, mais recursos estarão brigando pela  atenção de seu computador.

Para a maioria das pessoas, é comum que o Photoshop esteja rodando juntamente com seu email, programa de música, navegador Web e uma variedade de outros aplicativos que achamos que devem estar constantemente abertos. Mas se você precisa que o Photoshop seja tão eficaz quanto possível, feche todo o resto.

Em termos de resolução, vá apenas tão alto quanto o resultado final exigir e, finalmente, há chances de que seu sistema operacional esteja rodando dezenas de belas animações e efeitos de transparência para proporcionar uma experiência mais agradável ao usuário. Tudo isso é um peso nos ombros da preciosa memória.